domingo, 19 de setembro de 2010

Mordidas nas escolas

"Atualmente estou trabalhando em uma escola de educação infantil, onde dou aula para crianças de 1 ano e 2 meses á 2 anos e tenho enfrentado um problema com um aluninho meu que morde constantemente os coleguinhas, sem saber o que fazer procurei na internet e com auxílio de livros ajuda para esse problema. Problema que tem me preocupado muito.
Espero que gostem e se alguém tem problemas com mordidas espero que ajude."

É muito comum que nas escolas de educação infantil, mais especificamente nas turmas de maternal, de crianças com aproximadamente dois anos de idade; aconteçam as mordidas. Nessa idade a criança encontra-se na fase oral, do desenvolvimento da personalidade.
A criança tem o seu primeiro contato com o mundo através da boca, pelo seio materno, que lhe proporciona o prazer de saciar sua fome. Em razão dessa relação de prazer, à medida que cresce leva outras coisas à boca, como as mãos e os pés. Aos poucos vai tentando saborear outros objetos e até mesmo as pessoas, na tentativa de conhecer e descobrir melhor o mundo.
Segundo D’Andrea, a fase oral é dividida em duas etapas, a de sucção e a de mordida. Na fase da mordida “há uma tendência a destruir, morder, triturar o objeto antes de incorporá-lo”. Essa fase é dividida em duas características principais, sendo oral receptiva, quando o sujeito não passa por privações, tornando-se uma pessoa muito generosa e oral agressiva que aparece uma “tendência a odiar e destruir, a ter ciúmes da atenção que outros recebem, a nunca estar satisfeito com o que tem e a desejar que os outros não tenham algumas coisas, mesmo que não as queira para si”. É como se a pessoa quisesse se vingar das frustrações que o período de amamentação lhe causou.
A criança que morde na verdade está procurando uma forma prazerosa de se expressar com o mundo, de se descobrir dentro dele, pois nesta fase a sua libido está centrada na boca, na porção superior do trato digestivo.
As mordidas acontecem em situações de disputa por brinquedos ou quando entra uma criança nova no grupo, causando emoções como insegurança, medo da perda ou ciúmes do novato, já que a professora está com a atenção mais voltada para o mesmo. Como não consegue administrar seus sentimentos, manifesta o incômodo através da mordida.
Um grande problema que temos presenciado comumente entre as famílias, são os pais brincando com os filhos usando a boca, dando pequenas mordidas nos mesmos, fazendo barulhos, etc. Essas atitudes não são erradas, mas podem confundir as crianças, que reportam para outras crianças as mesmas brincadeiras, porém podendo machucá-las, já que ainda não possuem domínio da força da mandíbula. As famílias devem se conscientizar que essas brincadeiras, apesar de trazerem sentimentos positivos, podem causar atitudes de agressividade na criança, que ainda não controla seus impulsos e não sabe distinguir o certo e o errado.
A mordida na escola é uma situação constrangedora para todos os envolvidos. Os pais da criança mordedora sentem-se muito mal, ficam envergonhados, os pais da criança agredida ficam chateados com o machucado do filho e sentem-se culpados por deixarem a criança na escola. Já a escola, por sua vez, tem a difícil tarefa de mediar as relações entre as crianças e seus familiares, a fim de amenizar os sentimentos negativos da situação.
Devem criar situações para estabelecer os limites dentro da mesma, mostrando para os alunos que devem respeitar os amigos, tratá-los bem, com carinho e mostrar que a criança machucada fica triste, que chora por ter sentido dor.
Aos poucos, as crianças vão apreendendo esses conceitos e descobrindo outras formas de sentir prazer.

Postado por Gabriela Ferretti Moreira - RA: A51810-0

sábado, 18 de setembro de 2010

Behaviorismo - Aplicações

O BEHAVIORISMO DE SKINNER TEM INFLUENCIADO MUITOS TEÓRICOS, PSICÓLOGOS E TAMBÉM O RAMO EMPRESARIAL.
A BASE DA CORRENTE SKINNERIANA  ESTÁ NA FORMULAÇÃO DO COMPORTAMENTO OPERANTE. VEJA O VIDEO, É MUITO INTERESSANTE.

MALU RA:  A6  1790-6

PALAVRAS AO VENTO, SOBRE ENSINO E EDUCAÇÃO!!!



"Democracia com fome, sem educação e saúde para a maioria, é uma concha vazia." NELSON MANDEL


"O respeito mútuo, um respeito sem fingimentose sem rotinas, um respeito bem intencionado, que todos os dias se ilumina de argumentos novos e todos os dias se sente pequeno diante da sua aspiração, poderá servir de base, dentro da obra educacional, a um movimento de resultados eficientes, no problema urgentíssimo da salvação do mundo pela garantia unânime da paz." CECÍLIA MEIRELES


"Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende". GUIMARÃES ROSA 


"O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos". RUBEM ALVES
 


A IMPORTÂNCIA DE BRINCAR

IMPORTÂNCIA  DE  BRINCAR



“É no brincar, e somente no brincar, que o indivíduo, criança ou adulto
pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral: e é somente sendo
criativo que o indivíduo descobre o eu”. (Winnicott, 1975)

Brincar segundo o dicionário Aurélio significa...
“Divertir-se infantilmente; entreter-se em jogos de criança”.

A criança desde muito pequena é impulsionada pela vontade, nunca pára, está o tempo todo brincando, agindo, transformando. O ato de brincar fortalece a vontade, e são as brincadeiras saudáveis que nos capacitam, quando adultos, para uma atuação positiva no mundo.

É brincando que a criança descobre o mundo e vivencia o meio, a brincadeira é encarada muitas vezes como a linguagem da criança. A escola hoje em dia se concentra na aprendizagem precoce, através da escrita, do penar lógico, esquecendo-se que as crianças são indivíduos pensantes, que tem sentimentos e que agem.

Explorando o meio, manipulando objetos diversos e brincando com bichos, a criança está conhecendo o mundo que a rodeia por meio de seus sentidos.

Segundo o artigo 31 da Convenção dos Direitos da Criança da ONU:Toda criança tem o direito ao descanso e ao lazer, e a participar de atividades e recreação, apropriadas à sua idade, e a participar livremente da vida cultural e das artes”.

Froebel entende que, nas brincadeiras, a criança tenta compreender seu mundo ao reproduzir situações da vida. Quando imita, a criança está tentando compreender. Ela late como um cachorro ou diz “muuu” para uma vaca, voa como um pássaro. É um pensamento inconsciente: “imitando-os, procura compreendê-los”.
Apesar do brincar ser um comportamento espontâneo da criança, o adulto deve criar momentos que estimulem a brincadeira.

No brincar espontâneo, na fantasia, a criança exterioriza sua realidade interior, liberando sentimentos, e expressando opiniões.

Segundo Bruner (1978), nas brincadeiras as crianças têm inúmeras oportunidades de
explorar e, quando necessário, com pequena supervisão do adulto solucionam problemas.

A exploração requer um ambiente que o estimule e motive, além de pessoas que oriente as crianças. O professor deve oferecer oportunidades para as crianças conhecerem novas brincadeiras para que assim haja a imitação e a repetição delas.

Brincando as crianças desenvolvem a intencionalidade e a inteligência, explorando, agindo, resolvendo problemas e interagindo com o meio.
É importante o professor organizar com os alunos as atividades do dia e deixá-los escolher quais querem fazer, além de ter um tempo livre para inventar coisas, jogar, conviver com os amigos sem o adulto. É preciso dar a eles um grande repertório de materiais, para que possam explorar manipular, observar e selecionar os que mais lhe agradam.

A brincadeira precisa sempre ter seu espaço e seu tempo na vida das crianças.
Fonte:
PREVITALE, Ana Paula. A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR. Disponível em: <http://cutter.unicamp.br/document/?code=20490>. Acesso em: 18 set. 2010.

Camilla Fronza > RA: A688ED-0





Carência afetiva como lidar?

Ela atinge também os pequenos e, se não for bem administrada, pode causar distúrbios de comportamento no futuro.
A carência afetiva pode começar na infância .E,se não for bem administrada,pode chegar á fase adulta como um problema maior ainda.Segundo a Psicologia pela Maria F,mestre em Psicologia pela (PUC-SP) ,uma criança com carência afetiva pode apresentar diversos problemas quando adulta.
“Pode se tornar uma pessoa excessivamente retraída ou cleptomaníaca,por exemplo”
Carmem Galluzzi,psicóloga educacional e psicopedagoga,de São Paulo,relata que uma pessoa que quer ser sempre o centro das atenções pode ter desenvolvido esse comportamento,entre outros motivos,pela carência afetiva na infância .
Os sinais
De acordo com Carmem ,de maneira geral é importante esta atento ao comportamento das crianças para perceber caso haja alguma alteração.”È preciso observar três coisas:quando começou(a alteração comportamental), qual a freqüência e qual a intensidade”, explica.
A criança que furta algo do colega na escola,por exemplo,pode estar demonstrando carência.Mas isso depende da freqüência com que ela faz isso.
“Só uma vez não caracteriza uma patologia”,diz  Maria.Segundo ela ,a cleptomania pode ser uma forma de compensar algo que falta para a acriança.”Não necessariamente a criança irá pedir um abraço porque está carente.Elas nem sempre têm essa clareza da situação.do que falta a elas para poderem solicitar”.
De acordo com a psicóloga clínica e educacional Thaís Schultheisz,de São Paulo ,a cleptomania não é exatamente um furto,porque  a pessoas não pega algo de valor  financeiro ,ela se apropria de um objeto eu tem um valor afetivo.”Por exemplo, eu tenho uma amiga que eu admiro, e ela tem uma família que eu gostaria de ter.Então eu pego algo dessa pessoa para ‘ter’ um pouco da vida dela”.
Thaís também da outro exemplo de carência afetiva,que é fato a criança quebrar os próprios brinquedos .

Como agir?
Se o professor percebe que a criança teve alteração comportamental e que isso pode ser carência,como ele deve ser comportar em relação ao aluno ?
Para Carmem,o professor deve,antes de tudo,ter um vínculo com a criança para poder estabelecer um diálogo com ela.Thaís concorda, e explica que o diálogo é uma forma de o professor obter o material necessário para entender o que se passa na vida da criança,inclusive em casa.”Normalmente ,a conversa resolve um problema de a criança furtar por exemplo”,explica Thaís .Se o problema persistir ,contudo,ela alerta para que os pais sejam comunicados do problema.”Isso tem de ser feito com muito tato,de forma que os pais entendam e aceitem bem a atitude do professor”.
Maria ainda acrescenta:nunca,jamais,a criança deve ser exposta á classe pelo professor.O primeiro contato deve ser feito individualmente ,qualquer que tenha sido sua atitude.A exposição faz com que o aluno se sinta mais inseguro e carente.

Sintonia Família –Escola
È importante trazer os pais para as discussões ,orientando-os nas reuniões ou nos encontros .Mas o que os pais podem fazer ? “Os pais devem, em primeiro lugar ,olhar para o comportamento deles mesmos para poder lidar com a criança que sofre de carência afetiva”,diz Carmem.Segundo ela ,pai e mãe tem de refletir se deixaram de dar atenção aos filhos,ou se então dando menos por causa de alguma alteração na rotina.
Para contorna o problema,devem se interessa de verdade pelo mundo dos filhos.Não adianta,por exemplo,apenas ver desenho animado ao lado da criança;é preciso participar ativamente ,se envolver.”Os pais não podem só levar as crianças para o mundo deles(dos Pais).Elas precisam entrar no mundo das crianças também”,diz Thaís.Maria ainda fala da relação entre a quantidade e qualidade de participação dos pais da vida dos filhos.”Quem ama cuida.E é necessário que os pais se firmem como tais para que a criança não se sinta desprotegida.A criança esta só no mundo,e ainda não tem condições de fazer tudo sozinha .È fundamental que existam regras para ela poder se situar e sentir protegida e amada”.
De acordo com Maria ,muitas vezes os pais trabalham o dia todo e, ao chegar em casa ,deixam a criança “fazer o que quer” por se sentirem-se culpados,o que não é saudável .

Revista
Guia Pratico para professores de Educação Infantil  .  número 91,
Aline Carla da Silva Giroto RA: A62FAG-0

Projeto Ler Faz Bem - Indaiatuba-SP

O Projeto “Ler faz Bem” é um grande incentivo à leitura, que além de envolver as escolas da Rede Municipal, também leva a leitura diversos bairros de Indaiatuba.
A leitura é de suma importância no processo de formação do cidadão consciente e participativo, pois colabora para que as crianças aprendam a pensar, a questionar, a construir o seu conhecimento.
Esta campanha visa a análise e o questionamento do ler como algo de vital importância no processo da produção textual, possibilitando e viabilizando a esse cidadão, o acesso às leituras, uma vez que a mesma não tem idade.
Ler faz bem...
Quem lê sabe mais, pensa melhor, compara idéias, prepara-se melhor, tem o que falar, tem o que responder, melhora o vocabulário ,absorve experiência...

A produção de um livro virtual é uma ação prevista no Projeto "Ler faz bem", realizado pela Rede Municipal de Ensino de Indaiatuba. Este Projeto tem como objetivo, dentre outros, desenvolver o hábito da leitura, que deve ser uma constante na vida das pessoas. É desejável que nossos alunos sejam leitores apaixonados. Nesse sentido é imprescindível enxergar com novos olhos o universo mágico e encantador do livro. Sendo a escola um lugar de formação, trabalhamos pela interação da leitura integradamente com o processo de produção textual, uma vez que ler e escrever são habilidades comunicativas essenciais na vida de todo cidadão. Nesta perspectiva, escrever um livro em ambiente virtual objetiva associar a leitura, a escrita e o acesso ao maravilhoso mundo da tecnologia, que utilizada como recurso didático, deve promover o conhecimento das linguagens e dos recursos disponíveis neste ambiente, de forma colaborativa e interativa.
O site do projeto é:
http://www.indaiatuba.sp.gov.br/educacao/projeto/ler-faz-bem/

Também é possível a visualização de alguns livros virtuais vencedores:

http://www.indaiatuba.sp.gov.br/educacao/livro-virtual/visualizar-livro/5

http://www.indaiatuba.sp.gov.br/educacao/livro-virtual/visualizar-livro/6

Daniela Cristina de Figueiredo Cruz A6026A-4
Educação especial
A Educação Especial é uma educação organizada para atender especifica e exclusivamente alunos com determinadas necessidades especiais. Algumas escolas dedicam-se apenas a um tipo de necessidade, enquanto que outras se dedicam a vários. O ensino especial tem sido alvo de criticas, por não promover o convívio entre as crianças especiais e as demais crianças. Por outro lado, a escola direcionada para a educação especial conta com materiais, equipamentos e professores especializados. O sistema regular de ensino precisa ser adaptado e pedagogicamente transformado para atender de forma inclusiva.
A Educação Especial denomina tanto uma área de conhecimento quanto um campo de atuação profissional. De um modo geral, a Educação Especial lida com aqueles fenômenos de ensino e aprendizagem que não têm sido ocupação do sistema de educação regular, porém tem entrada na pauta nas últimas duas décadas, devido ao movimento de educação inclusiva. Historicamente a educação especial vem lidando com a educação e aperfeiçoamento de indivíduos que não se beneficiaram dos métodos e procedimentos usados pela educação regular. Dentro de tal conceituação, inclui-se em Educação Especial desde o ensino de pessoas com deficiências sensoriais, passando pelo ensino de jovens e adultos, até mesmo ensino de competências profissionais.
Sendo assim, é necessário antes de tudo, tornar real os requisitos para que a escola seja verdadeiramente inclusiva e não excludente.

Tecnologias especiais para crianças com necessidades especiais

A Educação Especial desenvolve-se em torno da igualdade de oportunidades, em que todos os indivíduos, independentemente das suas diferenças, deverão ter acesso a uma educação com qualidade, capaz de responder a todas as suas necessidades. Desta forma, a educação deve-se desenvolver de forma especial, numa tentativa de atender às diferenças individuais de cada criança, através de uma adaptação do sistema educativo.
A evolução das tecnologias permite cada vez mais a integração de crianças com necessidades especiais nas nossas escolas, facilitando todo o seu processo educacional e visando a sua formação integral. No fundo, surge como uma resposta fundamental à inclusão de crianças com necessidades educativas especiais num ambiente educativo.
Como uma das respostas a estas necessidades surge a utilização da tecnologia, com o desenvolvimento da Informática veio a se abrir um novo mundo recheado de possibilidades comunicativas e de acesso à informação, manifestando-se como um auxílio a pessoas com necessidades educativas especiais.
Partindo do pressuposto que aprender é fazer, a tecnologia deve ser encarada como um elemento cognitivo capaz de facilitar a estruturação de um trabalho viabilizando a descoberta, garantindo condições propícias para a construção do conhecimento. Na verdade são inúmeras as vantagens que advêm do uso das tecnologias no campo do ensino – aprendizagem no que diz respeito a crianças especiais.
Assim, o uso da tecnologia pode despertar em crianças especiais um interesse e a motivação pela descoberta do conhecimento tendo em base as necessidades e interesses das crianças. A deficiência deve ser encarada não como uma impossibilidade mas como uma força, onde o uso das tecnologias desempenha um papel significativo.

 Vantagens

O uso das tecnologias no campo do ensino-aprendizagem traz inúmeras vantagens no que respeita às crianças com necessidades especiais, permitindo:
  • Alargar horizontes levando o mundo para dentro da sala de aula;
  • Aprender fazendo;
  • Melhorar capacidades intelectuais tais como a criatividade e a eficácia;
  • Permitir que um professor ensine simultaneamente em mais de um local;
  • Permitir vários ritmos de aprendizagem numa mesma turma;
  • Motivar o aluno a aprender continuamente, pois utiliza um meio com que ele se identifica;
  • Proporcionar ao aluno os conhecimentos tecnológicos necessários para ocupar o seu lugar no mundo do trabalho;
  • Aliviar a carga administrativa do professor, deixando mais tempo livre para dedicar ao ensino e à ajuda a nível individual;
  • Estabelecer a ponte entre a comunidade e a sala de aula.

A adaptação do sistema educativo

A adaptação do sistema educativo a crianças com necessidades especiais deve procurar:
  • Incentivar e promover a aplicação das tecnologias da informação e comunicação ao sistema de ensino. Promover a utilização de computadores pelas crianças e jovens com necessidades especiais integrados no ensino regular, criar áreas curriculares específicas para crianças e jovens de fraca incidência e aplicar o tele-ensino dirigido a crianças e jovens impossibilitados de frequentar o ensino regular.
  • Adaptar o ensino das novas tecnologias às crianças com necessidades especiais, preparando as escolas com os equipamentos necessários e promovendo a adaptação dos programas escolares às novas funcionalidades disponibilizadas por estes equipamentos.
  • Promover a criação de um programa de formação sobre a utilização das tecnologias da informação no apoio às crianças com necessidades especiais, destinados a médicos, terapeutas, professores, auxiliares e outros agentes envolvidos na adequação da tecnologia às necessidades das crianças.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Joziana Costa Barboni Mota RA: 8060690